Já está confirmado: o Congresso Brasileiro de Medicina Física 2026: reabilitação robótica, termografia e canabinoides em Santos acontecerá em 2026. As atividades terão início às 08H, sediadas no Santos Convention Center, em Santos/SP.
Congresso Brasileiro de Medicina Física: reabilitação robótica, termografia e canabinoides sob novo protocolo
O aumento de 30% na carga de trabalho em pacientes com espasticidade severa após lesão medular e lesão encefálica, diagnosticados em menos de 6 meses, é o que move o Congresso Brasileiro de Medicina Física em Santos 2026. A ABMFR não discute genericidades de reabilitação, mas protocolos de reabilitação robótica, eletroestimulação e neuromodulação que reduzem a lesão secundária em 15% a 20% em AVC e trauma raquimedular, sem depender de estruturas de alta complexidade.
O conflito de mercado está na disponibilidade de equipamentos de reabilitação robótica caros, mas que se pagam em longo prazo pela redução de complicações musculoesqueléticas e hospitalizações precoces.
PAINEL CIENTÍFICO
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17 de abril de 2026 a 19 de abril
Santos Convention Center
Santos/SP
TRABALHOS CIENTÍFICOS
Até autores
CONSULTAR NORMASPrazo: 10/02/2026
🚫 Submissões EncerradasInformações Institucionais
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Biomecânica funcional e coluna lombar são deslocados de discussão de laboratório para clínica prática. Palestras de biomecânica apresentam dados de cadeia cinética em 3D, mostrando como padrões de marcha com carga de quadril instável sobrecarregam o disco lombar, e como a correção de padrão de carga altera o volume de dor e melhora a função em 8 a 12 semanas.
A sessão de reabilitação musculoesquelética e esportiva prova que a reabilitação precoce pós‑lesão esportiva, com foco em potência de cadeia cinética inferior e estabilidade de tronco, não só reduz a reincidência de lesão até 40% como muda o tempo de retorno ao esporte em 30%. A presença de nomes como Linamara Rizzo Battistella e Geraldo Lorenzi Filho mostra que o foco é de reabilitação integrada, não de fisioterapia isolada.
Neurofisiologia clínica e termografia entram na agenda como ferramentas de tomada de decisão, não de mero diagnóstico. A mesa de termografia, com palestras de Luciana Balbinot e Linamara Rizzo Battistella, discute temperatura cutânea como marcador de hiperestesia autonômica, hipoeficiência de fluxo e perda de função de nervo em pacientes com lesão medular e encefalopatia. A integração de IA na termografia clínica mostra casos em que a leitura de padrão térmico detecta neuropatia subclínica antes de perda de sensibilidade objetiva, permitindo intervenção preventiva com reabilitação de abductor do joelho e glúteo máximo.
A sessão de distúrbios do movimento e avaliação eletromiográfica de distonia, com Riviane Yamauti, Rafael Yamauti e Tae Mo Chung, transforma a estimulação eletromiográfica em um desenho preditivo de resposta a toxina botulínica, reduzindo o número de aplicações “tentativa‑erro” em 25% a 35%.
Terapias canabinoides, medicina integrativa e tratamento da dor criam um novo pilar de prática em reabilitação neurológica, geriátrica e esportiva. O simpósio de canabinoides, com Luciana Mercuri, Guilherme Nery e Pedro Pierro, não é retórica de “cannabis cura tudo”, mas protocolo de uso adjuvante em espasticidade, dor neuropática e dor crônica em osteoartrite, com foco em dose de CBD, relação CBD‑THC, interações medicamentosas e efeitos colaterais em idosos.
A discussão de medicina integrativa e canabinoides, com a participação de Giuseppe Nery, Jackeline Barbosa e Paulo Vitor dos Santos, questiona a prescrição de benzodiazepínicos em pacientes com espasticidade grave e propõe a substituição de agentes sedativos por terapia de ondas de choque focal, botulínica e canabinoides em protocolo combinado. O Congresso Brasileiro de Medicina Física Santos 2026 termina não como um encontro de reabilitação, mas como reprogramação de reabilitação: reabilitação robótica, termografia, canabinoides, biomecânica e reabilitação neurológica integrada em um único protocolo de 2026.
NR: Conteúdo atualizado em 12 de abril de 2026