Já está confirmado: o Onco in Rio 2026: casos clínicos, controvérsias cirúrgicas em Rio de Janeiro acontecerá em 2026. As atividades terão início às 08H, sediadas no Windsor Oceânico, em Rio de Janeiro/RJ.
XI Congresso Internacional Oncologia D’Or (Onco in Rio 2026)
Em um cenário em que decisões terapêuticas mudam em ciclos cada vez mais curtos, o XI Congresso Internacional Oncologia D’Or aposta em um formato centrado em casos clínicos, controvérsias cirúrgicas e sequenciamento terapêutico em tempo real, com destaque para discussões sobre descalonamento cirúrgico, uso de ADCs e personalização no rastreamento do câncer de mama — temas que impactam diretamente a prática diária.
Realizado nos dias 27 e 28 de março de 2026, no Rio de Janeiro, o Onco in Rio organiza sua programação como um laboratório clínico aplicado, onde teoria e decisão prática caminham juntas.
PAINEL CIENTÍFICO
Programação Completa e Atualizada em Tempo Real com os últimos painéis científicos.
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27 de março de 2026 a 28 de março
Windsor Oceânico
Rio de Janeiro/RJ
Decisão clínica sob pressão: o protagonismo do câncer de mama
A espinha dorsal do congresso está nas mesas dedicadas ao câncer de mama, estruturadas para responder perguntas objetivas que ainda geram divergência na prática:
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Quando omitir o linfonodo sentinela?
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Até onde vai o descalonamento no CDIS?
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Qual o timing ideal para introdução de ADCs?
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Como lidar com doença residual após neoadjuvância?
A programação percorre doença luminal, HER2 positiva e triplo negativa, com blocos que combinam:
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apresentação de evidências recentes
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simulações de casos clínicos
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debates com múltiplos especialistas
O resultado é um formato que expõe não apenas “o que fazer”, mas por que as condutas divergem entre centros e países.
Da evidência à prática: o que muda no consultório
Alguns pontos de inflexão discutidos:
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Rastreamento personalizado em câncer de mama, saindo do modelo único para abordagens individualizadas
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Sequenciamento terapêutico em doença luminal e HER2+, incluindo cenários de vida real
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Toxicidade de novas terapias, com foco em imunoterapia e anticorpos conjugados
Emergências oncológicas: quando minutos definem desfechos
Outro eixo relevante do congresso é a abordagem de situações críticas, com foco em tempo-resposta:
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choque séptico em pacientes oncológicos
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neutropenia febril e lise tumoral
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complicações cardiovasculares, como arritmias e miopericardite
A proposta aqui é clara: reduzir o intervalo entre reconhecimento e intervenção, com base em protocolos e experiência prática.
Tecnologia, IA e prática assistencial: o que já saiu do papel
Na agenda multidisciplinar, o evento desloca o debate da inovação para a aplicação concreta:
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uso de inteligência artificial na rotina assistencial
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integração da navegação oncológica com tecnologia
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mudanças nas vias de administração de tratamentos
Em vez de promessas futuras, o foco recai sobre o que já está sendo implementado e quais barreiras ainda persistem.
Experiência do paciente como variável clínica
Um dos blocos mais fora do padrão tradicional aborda a experiência do paciente como componente do cuidado:
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comunicação médico-paciente
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impacto emocional do tratamento
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relatos de quem viveu o sistema por dentro
Aqui, a discussão deixa de ser periférica e passa a influenciar diretamente decisões clínicas e organização do cuidado.
Um congresso estruturado como tomada de decisão
O XI Onco in Rio não organiza seu conteúdo por especialidade isolada, mas por situações clínicas reais, onde diferentes áreas se cruzam:
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cirurgia
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oncologia clínica
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radioterapia
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suporte multidisciplinar
Esse desenho transforma o evento em um ambiente de análise crítica, onde o objetivo não é apenas atualizar, mas refinar julgamento clínico diante de cenários complexos.