Já está confirmado: o TVP ilíaco-femoral aguda desafia decisão no CISP Vascular em São Paulo acontecerá em 2026. As atividades terão início às 08h, sediadas no Centro de convenções Rebouças, em São Paulo/SP.
A escolha entre anticoagulação isolada e intervenção precoce na TVP ilíaco-femoral aguda em pacientes jovens deixou de ser conservadora; tornou-se uma disputa direta por desfecho funcional. O CISP Vascular, uma realização da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Regional São Paulo, estrutura essa tensão em tempo real, colocando lado a lado fibrinólise por cateter e trombectomia mecânica como estratégias que não apenas reduzem carga trombótica, mas tentam evitar a síndrome pós-trombótica incapacitante. O detalhe importa: tempo de janela, perfil inflamatório, extensão ilíaca. A votação ao final não é didática. É um reflexo de prática.
A obstrução poplíteo-distal com lesão trófica escancara outro ponto de ruptura. Safena versus stent versus balão farmacológico não é mais algoritmo linear; é anatomia crítica somada a custo de falha. Revascularizar com veia autóloga ainda sustenta patência em longo prazo, mas a angioplastia com tecnologia farmacológica encurta internação e antecipa cicatrização em perfis selecionados. O congresso não tenta conciliar. Expõe o conflito técnico onde ele realmente acontece: no membro ameaçado.
PAINEL CIENTÍFICO
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23 de abril de 2026 a 25 de abril
Centro de convenções Rebouças
São Paulo/SP
TRABALHOS CIENTÍFICOS
Até autores
CONSULTAR NORMASPrazo: 06/04/2026
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Estenose carotídea assintomática de 70%. O número parece estável, a decisão não. Tratamento clínico otimizado compete com endarterectomia e stent em um cenário onde o risco anual de AVC caiu com estatinas de alta intensidade e antiagregação agressiva. Intervir menos pode ser mais seguro. Ou não, dependendo da placa, da expectativa de vida, da expertise do serviço. O CISP força essa leitura fina, sem zona de conforto.
Um colo de 4 mm em aneurisma justa-renal elimina soluções simplistas. Cirurgia aberta ainda entrega durabilidade, mas ao custo fisiológico elevado. Endoprótese com endoâncoras tenta expandir limites anatômicos convencionais. A fenestrada redefine o jogo, desde que disponível e bem indicada. Aqui, milímetros decidem mortalidade. O evento não descreve opções. Ele testa, ao vivo, quem sustenta cada escolha quando o detalhe técnico vira destino clínico.