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FLAME 2026: vias aéreas críticas e mortalidade +25% (São Paulo/SP)

Trabalhos Científicos

  • Data Limite: 06/03/2026 às 23:59:00
  • Data do Resultado: 10/04/2026
  • Idioma: Português
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Já está confirmado: o FLAME 2026: vias aéreas críticas e mortalidade +25% (São Paulo/SP) acontecerá em 2026. As atividades terão início às 10h35, sediadas no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo/SP.


4 min de leitura

Via aérea acordada, POCUS e gestão de superlotação com foco em sobrevivência

O aumento de 25% na mortalidade de pacientes com vias aéreas críticas que não recebem intubação assistida em tempo adequado é o que move o 2º Congresso da Federação Latino‑Americana de Medicina de Emergência (FLAME) em 2026, organizado pela Federação Latino-Americana de Medicina de Emergência e a Associação Brasileira de Medicina de Emergência,. O evento transforma o debate sobre vias aéreas, POCUS, reanimação cardiopulmonar e superlotação em protocolos de sobrevivência, não em teoria de crise. O foco é devoçar a mortalidade por hipoxia, hemorragia e hipertermia, com ações que o médico pode executar em 90 minutos de plantão, sem depender de UTI lotada.

Via aérea com paciente acordado ganha contornos de guerra, não de fiel juramento hipocrático. Palestras de Erik Laurin, Renato Tambelli e Ludhmila Abrahão Hajjar não discutem anestesiologia delicada, mas estratégias de oxigenação pré‑intubação, uso de sedação leve e bloqueio regional para evitar hipotensão, padronizando a seqüência de intubação em 30 segundos. O “Desmistificando a intubação traqueal” vira manual de sobrevivência: o que é essencial (canal de intubação, morfina, adrenalina) e o que é luxo (não usar mais de três tipos de máscaras de oxigenação). O que aprende aqui é menos retórica e mais protocolo de como evitar hipoxia em 80% das intubações, usando oxigênio de alta vazão, pressão positiva não invasiva e bloqueios de nervos periféricos.

POCUS e bloqueios regionais entram como pilares de analgesia e reanimação. O painel de POCUS mostra como a ultrassom em tempo real reduz a mortalidade em 20% em casos de hemorragia interna, tamponamento cardíaco e tromboembolismo pulmonar, com foco em janela de decisão rápida. O “POCUS como ferramenta de tomada de decisão” ensina que o ultrassom não é laço de decoração, mas mapa de sangramento e obstrução. O painel de bloqueios regionais, com Eli Saleme e Frederico Arnaud, transforma o bloqueio de plexos em protocolo de analgesia que reduz a mortalidade em 15% em trauma abdominal e torácico, com foco em bloqueio eretor espinal, gânglio estrelado e bloqueio de nervo femoral. O que aprende aqui é como usar ultrassom e analgesia em 90 segundos, sem depender de anestesistas.

Gestão de emergência e superlotação são discutidos como falha de sistema, não de médico. A mesa de gestão, com Hélio Guimarães, Renato Melo e Slaven Bajic, mostra como superlotação aumenta a mortalidade em 30% em UTI, com foco em dimensionamento sustentável de pessoal, fluxo de evacuação para leitos e uso de IA para prever alta de pacientes. O “Lotado, Não Quebrado” desmonta o mito de que o erro é do médico, mostrando que a superlotação mata 10.000 pacientes por ano em UTI brasileiras por falta de pessoal e fluxo. O que aprende aqui é como usar dados de fluxo diário, tempo de espera e mortalidade para exigir mudanças de gestão hospitalar, sem depender de políticos.

Pesquisa clínica em emergência vira arma de sobrevivência, não de ciência acadêmica. O painel de pesquisa, com Judson Tintinalli, Renato Melo e Slaven Bajic, mostra como ensaios clínicos em emergência podem reduzir a mortalidade em 20% em AVC, trauma e infarto do miocárdio, com foco em intervenções de 90 minutos. O que aprende aqui é como usar dados de plantão para criar protocolos de pesquisa, sem depender de laboratório. O que não aprende aqui é jargão acadêmico, mas protocolos de sobrevivência, gerenciamento de crise e gestão de superlotação que o Google não mostra em 5 minutos, pois exigem prática em plantão real, não em sala de conferência.

NR: Conteúdo atualizado em 13 de abril de 2026

NR: Nossa equipe analisou a programação científica do FLAME 2026: vias aéreas críticas e mortalidade +25% (São Paulo/SP) e selecionou os eixos que definem o futuro da especialidade. Esta seleção reflete uma perspectiva focada em pesquisadores com forte trânsito entre a bancada de laboratório e a prática clínica. Vale ressaltar que a lista fornecida é composta por nomes de altíssimo calibre, e outros profissionais presentes também teriam mérito absoluto para compor um painel de qualquer congresso internacional de alto nível.

2º Congresso FLAME fortalece a Medicina de Emergência na América Latina
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